Será que eu fiz uma pequena diferença…

Publicado: 19 19UTC janeiro 19UTC 2010 em Book by Junior Martins

Nesse exato momento está passando na televisão, o filme “Código da Vinci”, e nele retrata algumas coisas que a igreja católica omitiu. Se isso é verdade, não sei! Ficção ou realidade, ser ou não ser, parábola ou historia.

Será que na nossa vida, agimos numa ficção ou numa realidade? Será que nos nossos sonhos, somos ou não somos? Será que nas nossas atitudes demonstramos uma parábola ou uma historia? Hoje é 05 de janeiro de 2010, e nesses poucos dias desse novo ano, já aprendi muitas coisas. Aprendi a dar importância às coisas simples, míseras coisas que antes não faziam parte da minha rotina.

Uma delas é o amor ao desconhecido, a uma pessoa desconhecida, a um lugar desconhecido. Será que é tão difícil amar uma pessoa que tu conhece a dois dias? Se é tão fácil amar um amigo, e uma namorada, porque não amar uma pessoa que tu acabou de conhecer.

Ao findar esse meu fim de semana, recebi uma notificação de que, uma mulher que foi madrinha comigo num casamento de uns amigos, nem tinha tanto contato com ela, fui avisado que ela veio a falecer, coisa boba, mas não resistiu e morreu. Primeiramente fiquei chocado, não sabendo o que falar, falando sério, até agora não sei o que falar. Hoje comecei a pensar que, será que eu fiz alguma coisa que ficou marcado na vida dela? Será que ela, nem que fosse um lapso de memória, mas será que um dia ela se lembrou de mim? Será que eu poderia ter feito algo a mais?

Sabe, quando acontece uma fatalidade desse jeito com os outros, agente fica sabendo do fato e depois esquece, mas daí tu fica pensando: E se acontecesse com um da minha família? Será que tu pensarias qual seria a frase mais confortante que tu escutarias, será que teria um amigo do teu lado? Sabe aquele teu parente que tu brigou a um tempo atrás, e não fala contigo, será que ele estaria ali pra te dar um abraço?

Pois é, se agente for pensar só nas coisas tristes, agente pensaria seriamente em inventar alguma coisa de imortalidade, pra não dar sofrimento àquele que você ama, e não ter a triste cena de ver sua própria mãe chorar.

Temos que pensar também nas alegrias vividas, e pensar naquelas em que quero viver, como a de ter o primeiro filho. Deve ser imensa a satisfação de tu ver aquela criancinha te chamando de “pai”, de ver um sorrisinho estampado no rosto daquela tão frágil e indefesa criança, pensando que tu é o melhor pai do mundo, o melhor amigo do mundo, e principalmente que tu é o mundo dela.

Às vezes é tão fácil fazer com que as pessoas riem, que elas sorriem, que agente nem pensa o que pode estar acontecendo com ela internamente. Se na sua casa as coisas estão bem, se ela não está triste, ou se ela está com medo de viver.

Que possamos ter a simples noção, que o mundo não é a Disney, onde tudo é alegria, temos que ver que esse mundo é de dor e tristezas, por isso temos que nos apegar numa coisa maior, Deus ou algo que você ache melhor, no meu caso, Deus faz toda a diferença, sem ele eu não podia estar respirando. E sem ele nada faria sentido.

Elias Martins da Silva Junior

Boa Noite! (05.01.2010 – 01h20min)

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